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Essa é uma sobremesa bem fácil de fazer, e fica muito bonita ao servir.

Você vai precisar de vários pacotes de gelatina, de todas as cores que conseguir encontrar. Normalmente eu compro 5 ou 6, para ficar bem colorido. Você encontra amarelo, alaranjado, vermelho, roxo, azul e verde. Algumas dessas cores tem variações, como o vermelho (entre morango e cereja), alaranjado (entre laranja e maracujá) e roxo (entre uva e amora). Compre os sabores que preferir, mas faça uma boa mistura de cores.

Então, o que você vai precisar: 


INGREDIENTES
  • 5 ou 6 (ou 7 ou 8…) pacotes de gelatina com sabor, cores variadas.
  • Um pacote de gelatina branca sem sabor. (Algumas marcas de gelatina sem sabor vem com dois pacotinhos juntos. Se encontrar dessas, use os dois pacotinhos)
  • Uma lata de leite condensado
  • Uma lata de creme de leite.
  • Várias vasilhas para colocar as gelatinas.
  • Uma vasilha grande para preparar a sobremesa. Se for de vidro fica ainda mais legal!
  • Bastante espaço na geladeira.

MODO DE PREPARO

A coisa toda é bem simples. Faça todas as gelatinas, menos a sem sabor. Essa vai ser usada mais tarde. Coloque cada uma delas em uma vasilha diferente.
Para a sobremesa ficar mais firme, as gelatinas devem ser feitas com um pouco menos de água do que é sugerido na caixinha. Normalmente, a instrução diz para dissolver em 250 ml de água fervente e depois acrescentar mais 250 ml de água fria. Use só 200 ml de água fervente e 200 ml de água fria. Isso vai fazer a gelatina ficar mais durinha
.

Dê preferência por usar vasilhas de fundo mais largo, para facilitar cortar os cubinhos.
Lembre de dissolver bastante a gelatina, até não ficar mais grãos boiando. Se não for bem dissolvida, a gelatina costuma criar uma camada dura no fundo da vasilha.
Quando todas as gelatinas estiverem nas vasilhas, coloque-as na geladeira para endurecer. Leva em média umas duas horas (Mas vai depender da geladeira, então tenha paciência. Se deixar passar a noite, na manhã seguinte estarão todas prontas, com certeza).


Ficaram prontas: Retire as vasilhas da geladeira, e com uma faca, corte as gelatinas em cubinhos. Eu uso uma faca fina de ponta, e faço vários riscos na horizontal e vertical. Quando estiverem cortadas, despeje os cubinhos em uma vasilha maior. Eu não tenho uma de vidro grande e funda, mas se você tiver, fica bem legal. Coloque todas as gelatinas já cortadas em cubinhos nessa vasilha.

(Eu moro em uma cidade muito quente, Palmas, no Tocantins. Se você também convive com muito calor, guarde os cubinhos já misturados novamente na geladeira, até preparar o creme branco. Se estiver muito quente, os cubinhos começarão a derreter.)

Para o creme branco, faça assim: Em uma vasilha, misture o leite condensado com o creme de leite. Bata bem, com uma colher, até ficar homogêneo. Prepare a gelatina sem sabor, conforme explicado na caixinha. Quando ela estiver BEM dissolvida, deixe esfriar um pouco.Coloque a gelatina sem sabor já dissolvida no creme feito com o leite condensado e o creme de leite. Misture bem, até ficar uniforme. Pegue de volta a vasilha com os cubinhos de gelatina e derrame o creme branco delicadamente sobre eles. 
Com uma colher, misture gentilmente os cubinhos dentro do creme branco. É importante que as cores fiquem bem misturadas e o creme branco bem espalhado. Devolva a vasilha para a geladeira, por mais umas duas horas. Quando estiver firme, estará pronto para servir. Fica muito bom com frutas cítricas, mas eu prefiro pura. Espero que gostem!

 
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Antes da receita, um poquinho de história:
O Panettone como o conhecemos foi criado em Milão, Itália. A receita atual vem de um registro feito em 1919, por Angelo Mota, que modificou uma receita mais antiga.
“Panetto” significa pão em italiano e o sufixo “one” é um superlativo, como o nosso “ão”. Panettone, então, quer dizer “Pão Grande”, literalmente “Pãozão”
 
A origem do pão original, que inspirou a criação do Panettone, remonta ao Império Romano, onde era feito com fermento, frutas e mel.
Existem muitas lendas, entretanto, para o nome. São lendas, mas acrescentam uma aura pitoresca.
Uma delas diz que o Panettone foi criado no século XVIII para a ceia dos cardeais na noite de natal. Se chamaria "Pane di Tono" ou “Pan del Ton” (Bolo de Luxo).
Outra lenda narra, em uma história de amor do século XV, que a jovem Adalgisa, filha de um padeiro chamado Toni, se apaixonara pelo nobre Ughetto Atellani. O nobre, também tomado pela paixão, se disfarça de padeiro e inventa o panettone, nomeando-o com o nome do futuro sogro e, com isso, enriquece a família de sua amada.
Nessa versão, o Panettone se chamaria, originalmente, “Pan de Toni”.
 
Já a “Torrada Francesa” (também conhecida por “Torrada Cigana” e “Omelete de Pão”) tem origem mais simples e mais antiga. Historiadores encontraram referências sobre ela em escritos do século IV. Acredita-se que tenha sido criada na Espanha ou França, mas é uma receita tão simples que ambas versões podem estar corretas.
No século XV, a torrada era chamada “Pain Perdu”, e era feita para aproveitar o pão que já não servia para comer. Esse nome é usado até hoje na França.
No Brasil e em Portugal, existe uma versão bem parecida chamada Rabanada. As diferenças são mínimas, já que a Torrada Francesa é extremamente versátil, pode ser doce ou salgada, pode ser a refeição ou parte dela.
Por padrão, a Torrada Francesa é feita com pão frances amanhecido. Mas, claro, funciona também com pão de cachorro quente, pão de forma, pão italiano. Lliteralmente, qualquer tipo de pão.
 
Esse que vamos mostrar é feito com fatias de Panettone, e nós absolutamente AMAMOS o sabor!
E é uma refeição! Uma fatia é como um almoço!!
 
Ingredientes
Uma fatia de panettone (mais ou menos um centímetro de espessura)
Um ovo para cada torrada
Três colheres de sopa de leite para cada torrada
Uma pitada de sal, outra de pimenta do reino, outra de canela em pó
Manteiga ou azeite para fritar
 
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Modo de Preparo
O panettone tem que ser cortado em discos. A parte de cima não serve para fazer a torrada. Tire a parte de cima.

 
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 Tire aparte de cima do panettone

Corte discos de aproximadamente um centímetro de espessura, tantos quantas sejam as torradas que você queira fazer.

0-DSCF0869Discos de panettone
 
Bata o ovo (ou ovos) com o sal, pimenta do reino e canela em pó.
 
0-DSCF0870 Ovos com condimentos

Bata com garfo ou fuê até unificar. Quando estiver bem batido, coloque as fatias de molho, rapidamente. Não deixe encharcar, mas tenha certeza que os dois lados estão bem molhados.
Derreta a manteiga ou coloque o azeite na frigideira, e espere aquecer um pouco.
Coloque a fatia para fritar, como se fosse um bife!


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Frite igualmente dos dois lados

Frite em fogo baixo, para não ficar com ovo mole por dentro. Não aperte enquanto estiver fritando. Se apertar, ele não fica fofinho.
Quando estiver bem frito dos dois lados, está pronta!
Sirva com geleia, mel, frutas em compotas ou com requeijão cremoso.
Lembre-se que o panettone é um pão doce, então observe a quantidade de cobertura que vai usar. Algumas geléias, como a de morango, já são muito doces. Convém usar pouca cobertura ou alguma menos doce.
Mas funciona muito bem também com presunto, peito de frango ou peito de peru. Essa é mesmo uma daquelas iguarias para se comer com as sobras do natal!

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frenchtoast
A “Torrada Francesa”, também conhecida por “Rabanada”, “Torrada Cigana” e “Omelete de Pão”, tem origem antiga.
Historiadores encontraram referências sobre ela em escritos do século IV. Acredita-se que tenha sido criada na Espanha ou França, mas é uma receita tão simples que ambas versões podem estar corretas.
Na França, é chamada de “Pain Perdu” (Pão Perdido) porque era feita para aproveitar o pão que já não servia para comer. Esse nome é usado até hoje na França.
Em vários países do mundo é chamada de “Torrada Francesa” em uma referência ao seu (possível) país de origem.
Em Portugal (e por causa da colonização, em alguns lugares do Brasil), existe uma versão bem parecida chamada Rabanada. As diferenças são mínimas, mais baseadas em disponibilidade de matéria prima que pela própria receita original.
A Torrada Francesa é extremamente versátil, pode ser doce ou salgada, pode ser a refeição ou parte dela.
Por padrão, a Torrada Francesa é feita com pão francês amanhecido. Mas funciona com qualquer tipo de pão; pão de cachorro quente, pão sírio grosso, pão italiano, qualquer um.
Particularmente, gostamos da feita com pão de forma.
A receita é bem simples, seguimos o padrão 1, 2, 3:

Ingredientes
1 ovo
2 fatias de pão de forma
3 colheres de sopa de leite
Manteiga ou azeite para fritar

Essa-01a
Como um ovo dá para duas torradas, é só ir dobrando, para fazer mais.
Modo de Preparo
Bata os ovos em uma vasilha, com garfo ou fuê.
Coloque uma pitada de pimenta do reino e outra de sal, mesmo que você vá comê-la com algo doce.
Acrescente o leite e misture mais um pouco. A mistura deve ficar unificada.

Essa-02a
Aqueça a frigideira, já com a manteiga ou azeite para a fritura.
Passe a fatia de pão pela mistura. Vire para ter certeza que está bem molhado dos dois lados. Cuidadopara não encharcar a fatia de pão. Minha mão é grande, eu seguro a fatia sobre os dedos abertos, com facilidade. Se sua mão for pequena, considere usar uma espátula vazada.
Frite a fatia em fogo baixo. Vire de vez em quando para ver se o outro lado já está bom. Evite apertar a fatia com a espátula enquanto frita. Pode até fritar mais rápido, mas ela vai ficar “solada”. Deixe fritar normalmente, para ficar macia.
Não precisa escorrer.
Você pode usar duas torradas francesas para fazer um sanduiche de presunto e queijo!!
torrada de pao caseiro
Sanduiche de presento e queijo com torradas francesas

Você pode comê-las com frutas, geleias e compotas!
french toast 008-1Morango e coco ralado
lactose_free_french_toast_recipe
Geleia de abacaxi e mel



Você pode fazer uma versão “mexicana” com pimenta calabresa! Pode comer com carne moída, frutas frescas, sovetes e caldas!

Sanduiche

Nossa primeira receita light!!

Antes de tudo, foi necessário dar uma pesquisada para saber a diferença entre "Diet", "Light" e "Zero". Precisávamos da terminologia certa para nossa receita!

Produto diet: é aquele produzido industrialmente e que apresenta ausência ou quantidades bem reduzidas de determinados nutrientes, como carboidratos, açúcar, sal, lactose, gordura...
Nem sempre os alimentos diet apresentam baixas calorias. Foram criados para pessoas que seguem uma dieta baseada na restrição ou redução de um determinado nutriente. Exemplo: uma pessoa com problema de taxas altas de triglicérides deve consumir alimentos com pouca quantidade de carboidratos.

Produto light: é aquele produzido com redução de, no mínimo, 25% do valor calórico em comparação ao produto tradicional. São também considerados light aqueles que reduzem, no mínimo, 25% de determinados nutrientes, como gordura saturada, gordura total, açúcar, colesterol, sódio...
Exemplo: uma pessoa obesa, que precisa perder peso, deve optar por produtos light com baixos teores de gorduras e açúcares.

Produto Zero: Terminologia recente, representa a ausência ou quantidades bem reduzidas de determinados nutrientes, em comparação com a versão tradicional. Se a isenção for de açúcares, o produto ainda deve apresentar valor calórico reduzido. De uma certa maneira, é semelhante ao dos alimentos light. A terminologia, entretanto, fixou-se no mercado como "isento de açúcares".

Baseado nisso, podemos afirmar que o nosso Sanduíche de Metro é Light!!!
Então, vamos a ele:

Ingredientes
Ingredientes

1 Pão Baquete de metro, integral (que na verdade tem menos de metro, vai entender...). Em Palmas, ele pode ser encontrado em panificadoras de grandes supermercados.

2 tomates.

2 cebolas roxas.

1 maçã.

1/2 abacaxi.

1 peito de frango cozido em água sem óleo e desfiado.

200 gramas de mortadela de frango, light.

200 gramas de queijo prato, light.

100 gramas de cream cheese, light.

200 gramas de presunto sem gordura, light.

1 pé de alface.

2 tipos de molho. (No final da página, colocamos as receitas para fazer o Molho Chipotle e o Molho de Mostarda e Mel. Mas considere que você pode usar qualquer molho que quiser. Mas esses que nós usamos, são light!!)


Modo de Preparo

01
Corte o pão no sentido horizontal com uma boa faca de pão. Ele deve ficar aberto, mas sem separar as duas metades. Eu gosto de colocar um tipo de molho de cada lado, Thâmara gosta dos dois molhos misturados. Vale a sua preferência.

02
Disponha o presunto e a mortadela de frango (LIGHT) sobre o lado do pão que você tiver colocado o molho. Corte a mortadela bem fininha, porque o gosto dela é muito presente e pedaços mais grossos podem saturar o sabor.

03
Agora coloque as cebolas e os tomates cortados em rodelas. De novo, faça as rodelas finas. Você pode usar cebolas brancas também, mas o sabor delas é bem mais forte que o sabor das roxas. Se usar a branca, use apenas uma.

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 Descasque a maçã, corte em pequenos cubinhos, e espalhe sobre os tomates e as cebolas. Faça o mesmo com o abacaxi. Não use a parte central dele, apenas a polpa macia. Não coloque abacaxi demais, para o pão não ficar mole e encharcado. Na outra metade do pão, a parte "de cima", passe o cream cheese.


05

Por cima das frutas, coloque o peito de frango desfiado. É importante espalhar tudo uniformemente.  Na outra metade do pão, disponha as folhas de alface sobre o cream cheese. O cream cheese ajuda as folhas de alface ficarem fixas no lugar. Nós preferimos as folhas de dentro, aquelas que são mais claras e durinhas.


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Agora é a hora de fechar o sanduíche. Eu costumo colocar uma folha de papel alumínio sobre a mesa e arrastar o sanduíche para cima. Thâmara acha essa idéia uma perda de tempo e diz que é muito mais fácil fazer o sanduíche já em cima da folha de papel alumínio, desde o começo!
A Thâmara está certa. (E você pode usar também papel-manteiga. Mas plástico-filme não é uma boa idéia.)
De qualquer maneira, feche o sanduíche, dobrando a parte de cima sobre a de baixo, já enrolando tudo com o papel alumínio. Pode apertar bem, para comprimir o recheio.


07 

Vai ficar mais ou menos assim. Espete palitos de dente por cima, com uma distância de mais ou menos 8 centímetros, entre um e outro. Isso vai ajudar o sanduiche ficar bem fechadinho. Os palitos servem também para indicar o local de corte, que será no espaço entre eles. Se quiser pedaços maiores, aumente a distância entre os palitos. Se quiser menores, diminua a distância.
Corte com uma boa faca de pão, sem desembrulhar, como mostrado na foto lá de cima.

Você pode guardar na geladeira por até 48 horas e não precisa esquentar para servir! É só cortar e comer!!


Como fazer os molhos (LIGHT)


Molho Chipotle

Ingredientes

3 colheres de sopa de maionese de leite (a maionese de leite tem valores nutricionais correspondentes aos da maionese convencional light). 

1 colher sopa cheia de mostarda do tipo Dijon.

1 colher de sopa de suco de limão.

1/2 colher de sopa de pimenta chipotle (Pode substituir por qualquer molho de pimenta).

1 colher de chá alho triturado

1 colher de chá de mel.

Uma pitada de páprica picante moída.

1/2 colhe de chá de sal.

Modo de preparo

Amasse o alho em um pilão até se tornar uma pasta. Acrescente o sal e misture mais um pouco.
Adicione todo o resto dos ingredientes e misture bem, até a cor ficar uniforme. Prove para ver se falta mel ou sal.


Molho de Mostarda com Mel


Ingredientes

3 colheres de sopa de mostarda Dijon

1/2 colher de sopa de suco de limão

4 colheres de sopa de mel (mel de abelha! Não use glucose de milho, xarope ou caldo de cana fervido. Tem que ser mel, para ficar light!!)


Modo de preparo

Misture os ingredientes vigorosamente, até unificar a cor. Evite bater, para não criar bolhas de ar. 

Prontos
Pesquisando a origem do Pretzel, descobri que ele pode ter sido criado por monges alemães ou padres franceses. Pode ter seu nome derivado de um pão ou uma pulseira romana e pode ter sido criado em uma competição entre padeiros ou para premiar crianças que decoravam suas orações.
Quer dizer, li um bocado e não faço a mínima idéia!

Essa receita, modificada um pouco com o passar do tempo, não mais se assemelha àquela de pretzels doces, vendidos por grandes franquias como a “Mr. Pretzel”.
Não é a receita daqueles Pretzels durinhos, normalmente finos e salgados.

Embora eu goste muito do pretzel do “Mr Pretzel”, eles tem uma mania horrorosa de rechear que eu não agüento! E pessoalmente, eu acho a massa deles muito elástica. É uma delícia, mas hoje gosto mais dessa receita que, com algumas pequenas adaptações, é a mesma que minha avó fazia para a família, nos finais de ano.
E é simples de fazer, vamos lá!

Ingredientes

Ingredientes
- 3 xícaras (chá) de farinha de trigo (Dias frios podem requerem um pouco mais de farinha. O ponto ideal é quando não está mais grudando nos dedos)
- 1 xícara (chá) de água morna
- 2 colheres (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 1/2 colher (chá) de sal
- 1 envelope de fermento biológico seco (10g) ou 1 tablete de fermento fresco (15g) 
 
Para banhar os pretzels: 
- 500g de manteiga derretida e morna 
 
Para polvilhar:
- Canela e açúcar (Eu só uso canela e açúcar! Uma xícara de açúcar cristal e uma colher de café de canela, bem misturados. Mas já fiz com outras misturas, essas duas abaixo foram testadas e também são legais)
- Queijo parmesão ralado
- Chocolate em pó 
 
Massa Massa antes e depois de descançar
Modo de Fazer:
Em uma tigela misture a água morna com o fermento até dissolve-lo, junte a manteiga, o açúcar, o sal e a farinha.
Misture até ficar uma massa homogênea, cubra e deixe descansar por 15 minutos.
Sobre uma superfície lisa polvilhada com farinha de trigo, coloque a massa e divida em 12 pedaços. Faça rolos e modele-os no formato de pretzel. (Ou qualquer outro formato. A minha esposa Thâmara gosta de faze-los em formato de pãozinho, mas o clássico, além demais charmoso, espalha melhor o açúcar.
Claro, tendo criança em casa, não é possível fazer em um único formato. Então de uma variada, faça em formato de lacinho, trança, nó cego e arroba!!)

Coloque-os numa assadeira untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo, deixe descansar por 30 minutos.
Leve ao forno bem quente (350ºC), asse por 5 a 8 minutos ou até dourar ligeiramente. Retire do forno, passe rapidamente pela manteiga derretida e polvilhe com a cobertura desejada. 

Para assar A massa cresce muito!!
Thâmara prefere sem o açúcar com canela. Na verdade, ela o corta no sentido horizontal e passa manteiga por dentro, comendo como um pãozinho.
Funciona bem também se você passar requeijão com geléia de morango.
Fica muito gostoso, mesmo! Mas eu ainda prefiro com açúcar e canela.

Assados Assados
DICA IMPORTANTE!!
NÃO USE nada de metal, até a massa descansar os 15 minutos!!
Descobrimos, tarde demais, que se você usar uma colher de metal para pegar a manteiga, ou bater em uma vasilha de metal, o fermento começa a reagir com algumas dessas moléculas de metal que acabam se unindo à massa e a massa não cresce!
Faça TUDO sem usar metal. Copos de vidro, colheres de plástico, vasilha de madeira, vidro, plástico, o que quiser, mas NÃO USE METAL!
Depois que a massa descansar por 15 minutos e crescer, aí pode colocar nas formas de metal para assar, porque o fermento já começou a catalisar, o metal não interfere mais!!
É a ciência, ajudando a comida a ficar gostosa e fofinha!

Essa receita é da minha mãe. Devem haver similares, mas essa foi criada por ela, até onde eu sei.
Em casa nós a chamamos de “Lagarto Gelado” mas minhas filhas sempre riam quando eu dizia que o nome da receita era “Calango Resfriado”.
E não, não é feito com carne de réptil, é com uma parte do boi chamada Lagarto.

É uma receita ótima para dias quentes. Pode ser servida como refeição ou no lanche da tarde.
E é sempre legal abrir a geladeira de madrugada e achar uma coisa dessas lá dentro, esperando!

Eu gosto de comer com pão francês, mas funciona também com pão sírio, pão de cachorro quente e mesmo sem acompanhamento. Muito versátil e saborosa! 


Ingredientes

1 Lagarto (o tamanho varia muito, mas deve pesar entre um quilo e um quilo e meio)
6 Cebolas grandes
Uma Xícara de Vinagre
Folhas de Louro
Cravo
Sal
Azeite
Papel Alumínio










Modo de Fazer
Cozinhe o lagarto em 1 xícara de vinagre e uma xícara de água, alguns dentes de cravo e folhas de louro.
Cozinhe em fogo baixo por pelo menos uma hora, até você furar a carne com uma faca e não sair sangue. Reserve o caldo.

Retire a carne da panela e a embrulhe, ainda inteira, em papel alumínio e coloque no congelador. Ela não precisa ficar realmente congelada, mas deve ficar bem firme. Eu normalmente deixo passar a noite no congelador.
Enquanto a carne congela, fatie as cebolas e as frite em azeite, rapidamente. Deixe fritar por uns 5 minutos e acrescente o caldo que sobrou do cozimento da carne. Misture bem com as cebolas e acrescente sal, se achar necessário. O molho vai ficar ligeiramente ácido. Deixe esfriar em vasilha tampada. Pode guardar na geladeira até a carne estar congelada.
Tire a carne, já dura, do congelador e fatie em pedaços finos, o mais fino que você conseguir. Se tiver uma máquina de fatiar, melhor ainda. Eu uso uma faca de bom corte.
Forre uma pirex com um pouco do molho, coloque uma camada da carne fatiada por cima e cubra com mais molho. Vá fazendo camadas, com atenção para que todas as fatias de carne fiquem em contato com o molho.
Guarde de volta na geladeira e está pronto para servir! Essa receita tem vantagens bem legais. Porque tem uma boa quantidade de vinagre, a carne se mantem íntegra e boa para comer por vários dias, como uma conserva. É ótima para comer vendo TV e para oferecer a visitas!!








Mousse-01
Mousse em francês significa “espuma”. E um mousse bem feito é exatamente isso, uma espuma, leve, macia…Adoramos mousse, de todos os tipos. Mesmo os salgados!
Historicamente, acredita-se que o mousse tenha vindo de Roma, de uma mistura batida de mel e vinho, chamada muslum. Existem referências que o muslum podia ser feito também com uma mistura de mel, leite e frutas. 
Existem registros que informam que a palavra mousse foi primeiramente usada para uma sobremesa na Inglaterra, nomeando um doce aerado. Apenas no século XIX a palavra teria sido atribuída ao doce na França. Ainda assim, são os franceses os criadores do mousse como conhecemos hoje.
O mais tradicional dos mousses franceses é o de chocolate (mousse au chocolat), cuja criação é atribuída ao pintor francês Henri Toulouse-Lautrec! Quando criou a sobremesa, ele a chamou de “maionese de chocolate”. (Lautrec também criou o coquetel “Terremoto” [Tremblement de Terre], que já foi proibido várias vezes e até declarado perigoso para a saúde pública! Consiste em uma mistura de 1/2 parte de absinto, 1/2 parte de conhaque, batido com gelo em uma coqueteleira).

Moulin Rouge, Toulouse-Lautrec

O mousse com sabores de frutas é feito pelo mundo todo e normalmente se adapta à flora regional. Com inclinação para frutas ácidas, é comum o mousse de pêra na Ásia, de amora, framboesa e morango na América no Norte, de tâmara no oriente.
No Brasil, foi adaptado para vários sabores, como limão, manga e maracujá.

O de maracujá é o nosso preferido, e a receita que vamos ensinar é bem bonita além de deliciosa!!
(E, para quem se preocupa com isso, não, a gelatina não será misturada ao mousse, ele vai ficar firme sozinho, a gelatina tem outra função!)

Ingredientes
1 pacote de gelatina de limão
1 pacote de gelatina de maracujá
1 lata de leite condensado
A mesma medida de creme de leite
A mesma medida de caldo de maracujá. (Algumas pessoas preferem comprar o suco concentrado de maracujá e alguns são até bons. Mas o melhor mesmo é comprar a fruta)
Dica
Se você quiser usar o suco real da fruta, tem uma maneira bem fácil de separar o caldo dos caroços, sem quebra-los. O caroço quebrado deixa o suco amargo.
Faça assim: Corte os maracujás ao meio e raspe com uma colher todo o conteúdo, polpa e sementes, diretamente para dentro do liquidificador. Tente não arrancar também a parte branca, apenas a polpa laranjada e os caroços. A quantidade depende muito do tamanho e idade do maracujá, mas se você tiver meia dúzia deles, vai dar a medida com sobra para um suquinho!
Coloque também no liquidificador 1/4 de copo de água gelada. Agora, para separar o caldo, ligue e desligue o liquidificador bem rapidamente. Ele não deve ficar ligado nem por um segundo. Ligue e desligue, várias vezes. Tem que ser assim, para não quebrar os caroços. Faça isso por diversas vezes, até notar que os caroços estão indo para o fundo do copo do liquidificador. Essa é a hora de passar o líquido pelo coador. Se notar que ainda sobrou muita polpa, leve essa polpa de volta para o liquidificador, mais um pouquinho de água gelada e faça novamente o processo de liga-desliga.

Modo de fazer
Primeiro, com duas horas de antecedência, prepare a gelatina de limão e distribua pelas taças. Eu uso uma colher, para não espirrar muito. Nessa receita, com taças de vinho, foram 6 colheres de sopa em cada taça. Uma boa alternativa é fazer a gelatina com um pouco menos de água do que a receita pede. Dissolva em apenas 200 ml de água (e não 250) e na hora de colocar a água fria, troque os 250 ml por 200, de novo. Isso faz uma gelatina mais firme e que endurece mais rápido.
Coloque as taças na geladeira e espere a gelatina endurecer.

Quando a gelatina de limão já estiver dura, faça o mousse.Bata o leite condensado, o creme de leite e o suco de maracujá (sem sementes!) no liquidificador, por uns 5 minutos. Deixe bater bastante para a massa ficar bem aerada. Quando ele endurecer, ficará bem fofinho.
Tire do liquidificador diretamente para as taças. Derrame com cuidado, para não furar a gelatina. Essa quantidade foi suficiente para oito taças, mas como o tamanho delas pode variar, compensa medir tudo antes.

Volte as taças para a geladeira e deixe descansar por uns 20 minutos.
Faça agora a gelatina de maracujá, seguindo a mesma regra de colocar um pouco menos de água.
Quando ela estiver bem misturada, pegue novamente as taças e, usando uma colher, coloque LENTAMENTE a gelatina sobre o mousse. Com o mousse bem batido, ele fica muito aerado e se a gelatina cair com força, vai fazer furos no mousse e misturar. Coloque a gelatina com cuidado, derramando com colher pelas laterais da taça. Se fizer devagar, não vai misturar.
Volte para a geladeira e sirva quando a gelatina estiver firme!
Não é só gostoso, é lindo!!

Observação; gelatina reage com massas feitas a base de leite. Se demorar para comer o mousse, parte da gelatina que fica em contato com ele vai liquefazer. Não estraga o mousse nem muda o gosto, mas fica aquela “agüinha” e não achamos legal. Se pretende fazer para deixar guardado na geladeira por alguns dias, é conveniente colocar um pouco de gelatina na mistura do mousse. Tanto faz se for gelatina sem sabor ou de maracujá. E pode ser bem pouquinho, uma colher de sopa de gelatina já derretida deve bastar. Se tiver gelatina no mousse, a gelatina de fora não reagira com ele e não vai haver “agüinha”.


O arroz é um alimento extremamente versátil!
São centenas os pratos que podem ser feitos com arroz. Cozido, requentado, assado, com carnes, com vegetais.
Tem até arroz doce! Poucas são as comidas que não são bem acompanhadas por arroz.

Entretanto, este é o primeiro prato que eu conheci feito especificamente para ser comido com o arroz frio!
Fui apresentado a ele pela Conceição há muitos anos. De lá pra cá, fiz algumas alterações na receita original que, imagino, também sofreu algumas mudanças.

É um prato rápido de fazer, gostoso e perfeito para dias quentes.
Ou para lanchinhos da tarde!



Ingredientes
6 xícaras de arroz cozido e já resfriado
300 gramas de queijo prato cortado em cubinhos. (Pode ser mussarela)
4 maçãs verdes descascadas, cortadas em cubinhos.
3 cenouras descascadas e cruas, cortadas em cubinhos.
300 gramas de presunto magro, cortado em cubinhos.
300 gramas de peito de peru defumado, cortado em cubinhos.
Vinagre de maçã.
Catchup.
Mostarda.
Caldo de dois limões.
Pimenta do Reino.
Sal a gosto.

Modo de fazer:
Considere que NADA mais será cozido! O arroz já deve estar pronto, pode ser até a sobra do dia anterior. Não se frita ou cozinha mais nada. A confecção dessa receita é apenas na mistura, nada de colocar no fogo, cozinhar a cebola ou fritar o presunto. As verduras devem ser colocadas cruas!
Esprema o suco dos limões e coloque os cubinhos de maçã de molho, por alguns minutos, para que eles não escureçam.
Acrescente todos os sólidos (menos a pimenta e o sal) em uma vasilha funda de boca larga, e misture bem. Aos poucos, vá acrescentando o vinagre, catchup, mostarda, pimenta do reino e sal até o sabor ficar ligeiramente ácido e agradável. Não deixe ficar molhado demais, a ponto de acumular líquido no fundo da vasilha.
Leve à geladeira e deixe esfriar. Misture novamente sempre que for servir.
Você pode fazer todo o tipo de alterações nessa receita. Pode acrescentar calabresa, queijo parmesão, pode faze-la vegetariana ou usar apenas carne de aves. Pode usar sobras de churrasco, picado em pequenos pedacinhos ou as sobras do frango assado.
Dependendo da verdura que decida usar, um cozimento pode ser bom, como no caso de beterrabas.
Não funcionou muito bem com requeijão cremoso, não recomendo!